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terça-feira, setembro 11

Como Fazer á Chuca

Desde os tempos mais remotos a chuca  é praticada como um procedimento medicinal. No Antigo Egito, acreditava-se que a assepsia do corpo e principalmente do canal retal por estar lá armazenada a sujeira, o lixo, o podre que o corpo ainda não tinha expelido, poderia trazer a saúde de volta, já que o corpo estaria mais limpo pra estar em contato com os deuses e receber a cura.
P.s: Se você se aprofundar nessa pesquisa vai descobrir que os faraós davam à seus médicos lugar de prestigio em suas tumbas, em alguns casos ainda melhor que os de suas esposas, pois como acreditavam na reencarnação, gostariam de 'voltar' com a segurança de ter no convívio futuro, seu estimado chuqueiro, profissional de altíssimo escalão.
Porém, com a evolutiva chegada da contemporaneidade, esse procedimento passou a ser prática constante na assepsia para o ato do sexo anal, o que muitos não sabem, podendo se tornar uma faca de dois gumes.
Esse tipo de higienização praticado constantemente compromete de forma significativa a saúde do corpo, mesmo que apareça aquela velha mona conselheira e diga que faz a chuca há 300 anos “sem parar” e nunca teve nada. É bom ter a consciência de que cada corpo é um corpo, com suas limitações e particularidades ímpares. Então, antes de optar por fazê-la, é bom estar informado de que você está pondo em risco:
- o funcionamento de seu intestino, que pode se acomodar e só querer 'trabalhar' quando submetido à prática;
- de sua flora intestinal, que contém bactérias necessárias para seu bom funcionamento e também ficam comprometidas com a prática;
- de lesionar o canal retal, o que pode ser causa de grande transtorno, por exemplo, se um pedaço de fezes, por menor que seja, grudar numa lesão (fissura) causada pela prática, pode formar um abscesso em seu canal retal e precisar de procedimento cirúrgico.
Ainda pode estar expondo o bom funcionamento da mucosa que fabrica o muco para o deslizamento das fezes no reto e, algumas ‘cositas’ mais que a madrinha nem vai pôr aqui pra não fazer a linha terrorista (mesmo sabendo que já quebrei um pouco de seu encanto pela prática).
Mas como na vida podemos optar por tudo (Graças ao universo!!!) e você pode escolher o que fazer com o seu cu, não é gatinho? Ai vai...

A prática:

Chuca para Comprometidas e/ou sensíveis...
Na farmácia você encontra uma peça chamada ducha para higiene íntima, você deve lubrificar um pouquinho o ânus e introduzir a ponta da ducha e então apertar o reservatório de água pra que a mesma penetre em seu canal retal. Sente-se no vaso sanitário para que a água volte. Repita essa operação algumas vezes até que a água desça limpa.

Chuca para as Básicas...
Em qualquer banheiro você vai encontrar aquele chuveirinho (ducha higiênica), daí ponha um pouco o dedo no ânus pra distensionar se for necessário, tire a ponta da peça do chuveiro e introduza a mangueirinha cu à dentro... se ficar vazando, você não está fazendo direito, repita até aí introduzindo a mangueirinha um pouco mais, deixe que entre uma quantidade de água e retire, espere que a água escorra como no método citado acima. Repita até que a água saia limpa. Se estiver iniciando, ponha a mangueirinha ainda desligada e ligue quando estiver introduzida. Com o tempo, você consegue fazer com ela já ligada, e com mais tempo nem vai precisar tirar a pecinha do chuveiro.


Chuca para as Tiranas...
Agora é pras fortes hem?!!! Se meu bebezinho ainda está muito verde, nem leia (agora é que a moninha louca por informações vai ler mesmo não é? Kkkkk).
Pegue uma garrafa pet de refrigerantes (não seja apenas emo, reciclar também é moda!!!) encha de água e introduza a abertura no cu, aperte a garrafa e solte pra que a água volte pra dentro dela (nesse método sem tirar a abertura da garrafa de dentro). Faça esse movimento algumas vezes com cuidado pra não amassar a garrafa e a água não tenha o devido espaço para seu retorno. Em pouco tempo terá armazenado tudo o que poderia ser uma ameaça à sua penetração. E então...é só ver o que fazer com esse material agora ...aguar plantas com adubo já diluído? Vaso para decoração de Halloween?

Escolha a maneira de fazer a chuca que mais lhe agrada e siga lindo!!! Lembrando sempre que deve certificar-se de que a água saiu toda, pra que não fique escorrendo e demonstre que hoje vai ter cu em calda.
Ah! É bom dizer que ao contrário do que se pensava antes, se resolver fazê-la, não use água morna, escolha em temperatura ambiente, é menos prejudicial. E também já existe um soro mais apropriado para esse tipo de higienização. Porém, a Madrinha acha inconveniente dizer aqui. É recomendável procurar um proctologista para ter uma conversa, e ele indicará e poderá ajudá-lo a fazer sua chuca ainda mais esclarecido.
Tomar bastante água e ingerir fibras ajuda no bom funcionamento intestinal, o que é maravilhoso, pois, além de deixar sua pele ótima e seu cabelo lindo, vão lhe ajudar muito a não precisar estar recorrendo a chuca toda vez que você for dar o cú.

Bom amores, essa Postagem vai mais pros meu amigos Gay, mais tambem serve pras Mulheres que desejam agradar seus parceiros na cama. Afinal é horrivel voçê fazer sexo anal e ficar morrendo de medo de sair alguma coisa na hora do ato e isso acaba nos deixando insegura certo? E também pelo fato de algumas doenças infecciosas serem transmitidas atraves do sexo anal com o reto cheio de impurezas, ai complica.

domingo, setembro 9

Beijo grego

Antes de qualquer coisa, vamos à origem. Pesquisei a fundo, afinal, não vou apenas falar que é um beijo naquele lugar, isso todo mundo já sabe
Mas nada como um pouco de cultura... Nem que seja inútil.
Sabemos que a homossexualidade era motivo de orgulho na Grécia antiga, afinal homens eram seres dotados de força e poder e mulheres, fracas e parideiras. Então, ter relações sexuais com um homem era um ato de honra. Ainda mais quando um mestre, professor ou superior é que era o ativo.
E claro, dessas trocas de “privilégios”, um oral aqui, um 69 ali, alguém foi além do saco escrotal e chegou na região do ânus. Afinal, na hora do tesão, você nem sabe o que está fazendo mesmo.
E nisso, descobriu-se que a zona do ânus também não deixa de ser uma zona “beijável”.
Beijo grego não é dar beijinhos, é o ato de fazer carinho com a boca, pode ser em forma de lambida, mordidelas, beijinhos, mas com carinho.
Tanto o homem como a mulher pode sentir prazer, a região genital é muito vascularizada e qualquer toque ao redor, seja nas coxas, virilha, ânus, nádegas, dá tesão. No ânus então...
Para quem gosta muito desta prática, lembre-se de que a higiene é fundamental. Deixe seu parceiro sentir prazer e não o contrário.
Muitos homens não fazem nem admitam que façam neles, os homens de hoje não gostam de serem comparados com os gregos antigos. Por isso, antes de fazer, chegue com cuidado. O mesmo para os homens em relação à mulher, umas não gostam da sensação.

Bom, é isso. Não é nada demais. O prazer para alguns é assim mesmo, pode parecer estranho, mas dando tesão, é o que importa, não é?
Bom gente minha primeira materia ai pra vcs rsrsrsrs, ñ sei se mandei bem mais fiz o que pude com o tempo pego mais pratica espero que gostem.



segunda-feira, abril 11

Arqueólogos Descobrem O Primeiro Homem Das Cavernas Gay

Quase cinco mil anos se passaram até surgir o primeiro homem das cavernas gay. A descoberta foi feita durante escavações na República Checa.
Segundo os arqueólogos, a forma como ele foi enterrado sugere que ele era tinha uma opção sexual diferente dos demais membros da comunidade.
A conclusão foi tomada levando em consideração a forma como ele foi sepultado. Durante esse período, os homens eram tradicionalmente enterrados deitados sobre seu lado direito com a cabeça apontando em direção ao oeste. Já as mulheres, eram deitadas sobre o lado esquerdo com a cabeça voltada para o leste.
Entretanto, neste caso, o homem estava em seu lado esquerdo com a cabeça virada para o poente. Outra dica é que os homens tendiam a ser enterrados com armas, martelos e facas de silex, bem como diversas porções de comida e bebida para acompanhá-los para o outro lado.
Segundo o Daily Mail, as mulheres eram enterradas com colares feitos de dentes, animais de estimação e brincos de cobre, bem como jarras domésticas e em forma de pote colocadas perto dos pés. O “homem das cavernas gay” foi sepultado com jarros, e não armas.
Para os arqueólogos, não foi engano ou coincidência, dada a importância para os funerais durante aquele período.
Se acordo com a história e etnologia, os ritos fúnebres eram levados muito a sério, por isso é altamente improvável que esse posicionamento tenha sido um erro.
Muito mais provável que ele tenha sido um homem com orientação sexual diferente, homossexual ou travesti. O que vemos aqui não acrescenta nada às tradicionais normas culturais“, disse a pesquisadora Kamila Remisova Vesinova.
Outro membro da equipe da arqueóloga Keterina Semradova, disse que os colegas tinham descoberto um caso anterior, que data do período mesolítico, onde uma guerreira foi enterrada como um homem.
Ela acrescentou que os xamãs siberianos, ou curandeiros, também foram enterrados dessa forma, mas com acessórios apropriados para sua posição elevada na sociedade.

sábado, abril 9

Mulheres trocam psicólogo por amigo gay

'Para elas, é possível conversar sobre tudo com amigos homossexuais. 
Profissionais dizem que 'efeito terapêutico' não pode ser confundido.

Ampliar FotoFoto: Arquivo pessoal

Lília e Cícero são amigos há sete anos e até moram juntos (Foto: Arquivo pessoal)

Eles se conheceram em 2001 no Recife, e, mesmo diante de muitas mudanças em suas vidas, sempre estiveram juntos. Há oito meses, decidiram morar juntos em uma casa na Vila Madalena, Zona Oeste de São Paulo.

A história de Lília Simões, 25 anos, e Cícero Serafim, de 30, pode parecer a de um casal tradicional, mas namoro é uma das poucas situações que nunca ocorreu entre eles. “Ele é meu companheiro. Temos o gosto muito parecido. Conversamos sobre todos os assuntos”, diz Lília explicando logo em seguida o que, para ela, seria o motivo de tanta afinidade: “Eles guardam mais segredo”.

Essa facilidade em guardar segredos e afinidade de quase um casal são, segundo Lília, que é estudante de psicanálise, o motivo que tem levado muitas mulheres a substituírem o horário no psicólogo pelos amigos homossexuais. “Eu fiz terapia e nunca troquei uma coisa pela outra, mas tem muita gente que troca, sim”, afirma a estudante, que diz ter mais amizade com gays do que com mulheres desde a infância.


A substituição do profissional pelo amigo gay foi o caminho escolhido por Larisse Dueiri, 29 anos. Morando há um ano na capital paulista, ela conta que, há cerca de dois anos, fez seis meses de terapia. Hoje, acredita que as conversas com o amigo Leandro Cicone, de 31 anos, são muito mais proveitosas. “A gente não tem pudores, vergonhas, preconceitos. Conversamos sobre tudo”. Para ela, o bom humor do amigo gay é capaz de evitar qualquer tipo de depressão e, ainda, de quebra, garantir o “clima família” que falta para as pessoas que moram sozinhas.

“Eles são a turma mais animada que se possa ter. Mesmo que você esteja em casa e foi só colocar um filme para assistir e um pão de queijo no forno. Tudo tem glamour. Eles conseguem transformar momentos simples em coisas muito especiais”, diz.

Bom gosto e sensibilidade
Para Lília, na sua vida não é a terapia, mas sim a amizade com outras mulheres, que é facilmente substituída pela a de um amigo gay. “Os homossexuais têm afinidade de assunto, têm o mesmo gosto em termos moda. Ajudam a agente a se arrumar. São mais sensíveis do que os homens e não têm a inveja das mulheres”, conta.

O amigo dela, Cícero, concorda. “Além de Lília, tenho outras amigas mulheres. Noto que, às vezes, faço um papel de confessionário. Elas me contam tudo. Confiam em mim”, fala. Ele acredita que o fato de não ser visto como um concorrente, já que não é uma mulher, e de ter muitos gostos – como moda, lugares e projetos - em comum garantem a confiança necessária para um desabafo total.



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Larissa acredita que as longas conversas com o amigo Léo são melhores do que terapia (Foto: Arquivo pessoal)

Afinidade
Segundo a professora de psicologia social e educacional da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) Ana Bock, a afinidade entre mulheres e homens gays é algo normal porque, na maioria das vezes, eles realmente têm muitos gostos em comum. Além disso, os amigos homossexuais podem, em alguns casos, reforçar a auto-estima das mulheres. “É sempre bom quando você tem um amigo que acha que você é ótima e linda. O que pode acontecer é existirem amigos gays que valorizam a feminilidade da outra e, aí, a mulher se sente bem”, fala.

Ela, porém, não vê como a conversa com o amigo possa substituir um tratamento psicológico. “Eu acho que são coisas completamente diferentes. A psicoterapia é um atendimento profissional, sistematizado, organizado, científico e a conversa com um bom amigo é terapêutica, mas não é uma terapia. As pessoas sempre falam: ‘qual a diferença de um bom amigo para a terapia? ‘Eu falo que ambas são terapêuticas e nada impede que as duas sejam feitas em conjunto”, disse.


Ampliar FotoFoto: Roney Domingos/ G1

Andrew, Vanessa,  Fernando e Victor passam a tarde de quarta-feira em um bar da Frei Caneca. (Foto: Roney Domingos/ G1)

A terapeuta de casal Magdalena Ramos também concorda que existem afinidades entre mulheres heterossexuais e homens homossexuais. “O gay entende muito bem as necessidades das mulheres. Coisa que, às vezes, um homem não entende. Esse requinte, essa fragilidade que a mulher tem e que deseja ser atendida.”

Para ela, porém, essa amizade tem ficado maior não só entre jovens, mas também entre um público mais velho, por causa do afastamento de homens heterossexuais. “As mulheres especialmente de uma faixa etária específica não têm contatos com homens de sua mesma idade. Hoje, os homens de 45, 50, 55 anos gostam de mulheres muito mais jovens. Então, há mulheres que estão nessa faixa que não encontram parceiros nem para ser amigos. O homem homossexual tem características que agradam muito as mulheres: estéticas, gostam de um certo requinte, têm um certo romantismo. Então, para essas mulheres, os homossexuais são uma boa companhia.”

A estudante de enfermagem Vanessa Gonçalves, de 19 anos, passava a tarde de quarta-feira (10) com os três amigos em um barzinho da rua Frei Caneca: os professores de inglês, Fernando Henrique e Andrew Tavares e o decorador Victor Goldberg. "É um homem que não vai dar em cima de mim e ainda vai responder se o meu cabelo está bom. Fora isso, entende de moda e de música. Em balada hétero, o pessoal chega chegando. Na balada gay o pessoal é mais cuidadoso", afirma.