“Ei, amigo, por acaso você sabe quantas calorias tem um copo desses?“
O garçom, polido e parceiro, como deve ser, levou na esportiva e respondeu amigavelmente que não sabia. Mas poxa, como um cara senta em uma sagrada mesa de bar e fala um despautério desses?
Analisando detalhadamente a situação (ou seja, bebendo mais), pensei que a culpa não era daquele pobre afeminado, e sim das imagens com as quais ele convive. Infelizmente, vivemos em um mundo onde os galãs da televisão e cinema não são mais símbolos de masculinidade, mas de algo politicamente correto, fruto da orientação de um gerente de imagem “altamente qualificado”.
Podia ter só mudado o vestuário, não?
Bem diferente dos tempos de Elvis Presley, Marlon Brando, James Dean. Verdadeiros homens (ui!), que faziam o que queriam, praticavam o politicamente incorreto e, mesmo assim, moldavam mentes jovens, marcavam sua época e – o mais importante –pegavam todas as mulheres que queriam!
O que falar de um Frank Sinatra, que além de mestre da música, era abertamente beberrão, mulherengo e envolvido até os dentes com a máfia? Gênio.
Al Pacino e Robert De Niro são dois dos últimos sobreviventes desta safra. Você não vê o De Niro saindo de uma clínica de estética ou o Al Pacino tomando iogurte light e fazendo compras pelas ruas de Beverly Hills. Simplesmente porque esta não é a natureza do homem, isso não está certo!
Recado de Al Pacino para Ricky Martin e seu novo livro ("Eu"), belo exemplo dessa nova geração de homens vaidosos.
Portanto, seja homem, dê-se ao respeito e dê uma porrada em seu amigo caso ele pergunte quantas calorias tem um copo de chopp. Faça isso por ele, por você e todos os homens que ainda pedem aquela porção de torresmo bem servida no boteco da esquina!
Rupert Everett e Robert de Niro: a diferença entre aceitar ou não as rugas.
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